Universo Histórico

Elaborado por alunos do 1ºC SESI-416, 2013

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segunda-feira, abril 8

Caso de escravidão

Parte 3 de 3


A empresa GEP, responsável pelas marcas de grife Luigi Bertolli, Cori e Emme, terá de pagar R$1,1 milhão em processos, após o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) flagrar trabalhadores em condições escravas dentro de um de suas fornecedoras.
As fiscalizações do MTE e MPT encontraram as irregularidades no dia 19 de março de 2013. Ao todo, foram encontrados 29 costureiros bolivianos trabalhando em condições ilegais na zona leste de São Paulo, no bairro Belenzinho.
Os costureiros bolivianos trabalhavam e moravam na oficina clandestina. Eles permaneciam lá das 7h as 18h, de segunda a sexta-feira, e aos sábados os próprios funcionários se organizavam e realizavam a limpeza e manutenção do local. Os costureiros ganhavam de R$4 a R$5 por cada peça costurada.
Durante a inspeção, todos eles continuaram costurado, mesmo com a presença de fiscais. Quando perguntado um deles disse “Quanto mais peças costuramos, mais dinheiro ganhamos, então preferimos não parar” . Eles só pararam quando as máquinas foram lacradas e a produção oficialmente interrompida.
A empresa GEP disse em nota que repudia com veemência todo e quais quer trabalho irregular e se comprometeu a reforçar a fiscalização de suas fornecedoras e garantir que seja encontrada uma solução garantindo o respeito à dignidade dos trabalhadores e coibindo novas ocorrências. 
O valor pago será revertido em instituições que atuam na erradicação do trabalho escravo.


Referência:
Uol Notícias

Escravidão no Brasil

Parte 2 de 3


Ainda hoje no século XXI tem registros de casos onde os trabalhadores são tratados com um extremo descaso, com lugar inapropriados para trabalho e salários muito baixos para muita mão de obra.
Periodicamente o Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), recebe denuncia por igrejas, ou por superintendências regionais do trabalho.
Normalmente os trabalhadores são encaminhados para programas sociais e recebem documentos que os tornam brasileiros, recebem também horas extras, fundo de garantia, dentre outros benefícios.
A respeito dos donos das empresas, eles respondem a processo criminal e trabalhista de acordo com o código penal que trata de tal. E ocasionalmente podem ser colocados na “Lista Suja”, ao serem integrados a lista perdem direitos a financiamentos públicos e privados, no final de 2011 existiam 294 nomes nessa lista.
Oficialmente a luta contra o trabalho escravo no Brasil, iniciou-se em 1995 com a criação do Grupo Executivo de Repressão ao trabalho forçado (GERTRAF). Em 2010 foram resgatados aproximadamente 2.617 trabalhadores que viviam em condições de escravidão, segundo a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), o maior número de resgatados foi no Pará. Em 2010 foram realizadas 141 inspeção que resultou em mais de 8 milhões de reais em indenização aos trabalhadores. 

Referência:
BRASIL

A escravidão na antiguidade.


Parte 1 de 3




A escravidão é basicamente a prática social em que um ser humano tem direitos de propriedade sobre outro, ao qual é imposta condição por meio da força. Em algumas sociedades de antigamente os escravos eram legalmente definidos como uma mercadoria.
Começou na pré-história onde sempre teve fins econômicos, todo escravo era propriedade de seu senhor, realizando um trabalho sem ter direito a pagamento. Mas de um modo geral, o escravo trabalhava em troca apenas de alimentação, roupa e abrigo.
Normalmente os escravos trabalhavam nas minas e nas plantações, poucas vezes tinham descanso e quando não faziam os que seus senhores mandavam eram punidos severamente.
Em principio na Grécia, estava associada às guerras em quase todos os povos; os vencidos eram feitos escravos; o guerreiro vencido ser tornava propriedade do vencedor.
Entre muitos povos também se tornava escravo quem não pudesse pagar as suas dívidas, ou ás vezes vendia a sua pessoa ou os seus filhos e familiares.
A Grécia veio a tornar-se a primeira civilização da Antiguidade que institucionalizou o escravismo, fazendo dele seu modo de produção, lá se praticava o rapto, especialmente de crianças, e as crianças abandonadas pelos pais podiam ser recolhidas como escravos.
O trabalho escravo acontecia na mais variadas funções, os escravos podiam ser domésticos, podiam trabalhar no campo, nas minas, podiam ser ourives (executa ou vende objetos de ouro), remadores de barco, artesãos, etc. No entanto, os escravos que trabalhavam nos campos e nas minas tinham condições de vida piores se comparadas às dos escravos urbanos e domésticos.
Antigamente a escravidão era uma condição natural de vida. Eles eram proibidos de se casaram legalmente, constituir uma família, testemunhar num tribunal ou possuir uma propriedade.
Como um serviço leal, os seus senhores usavam como recompensa a Alforria (que era uma liberdade concedida pelo senhor ao escravo). A carta de Alforria era uma grande esperança para os escravos da antiguidade.


Referência: 
  1. Klick Educação
  2. Klick Escritores
  3. Este é o meu sangue!
  4. Canção Nova